Em Ormond-by-the-Sea, na Flórida (EUA), David Jewell, policial de 45 anos, que estava de folga, foi morto a tiros por Eduardo Labrada Machado, funcionário de um posto de gasolina local, na tarde de segunda-feira (15).
Imagens de câmeras de segurança mostram Machado saindo da loja de conveniência, avistando Jewell e, em seguida, retornando para buscar uma arma. Sem qualquer interação ou aviso, ele disparou 24 vezes, trocando o pente durante o ataque.
O xerife do Condado de Volusia, Mike Chitwood, detalhou o crime:
“David Jewell foi atingido à queima-roupa. O atirador não falou nada antes de abrir fogo. Foi um ataque frio e premeditado, apesar de não haver motivação aparente.”
Em seu depoimento, Eduardo declarou que o crime teria ocorrido porque estava “tendo um dia ruim”. Familiares afirmam que ele já havia visto David algumas vezes no posto e que acredita ter havido discussões anteriores, mas não forneceram detalhes. A arma utilizada foi encontrada dentro do carro do atirador, que possui green card e mora nos EUA há 10 anos. Também foi relatado que ele tinha transtornos mentais, embora não haja laudos oficiais apresentados.
David Jewell era policial do Departamento de Polícia de Edgewater nos últimos dois anos, com passagens pelo Gabinete do Xerife do Condado de Volusia e pelo Departamento de Polícia de Lake Helen.
Colegas de David criaram uma campanha de arrecadação no GoFundMe para ajudar sua família, que já recebeu mais de US$ 33 mil (cerca de R$ 175 mil) até a manhã de quarta-feira (17).
O ataque deixou a comunidade em choque, levantando questionamentos sobre segurança em locais públicos e a fragilidade em casos envolvendo saúde mental e armas de fogo.


